Ontem assisti ao filme "A Rede Social".
O filme é interessante, principalmente me fez refletir sobre o impacto da Internet na vida das pessoas (que é muito grande, por sinal).
Gostei bastante da atuação do protagonista Jesse Eisenberg, no papel do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. Já o conhecia de um filme sobre lobisomens com roteiro bem feito (Amaldiçoados - Cursed).
Os diálogos em Social Network são na faixa do Tera bytes por segundos..! (muito rápidos).
Interessante para quem gosta de tecnologia de informação, bem como mundo dos negócios .com bilionários.
Quero ver de novo, pois é digno de análise, uma vez que as informações são passadas numa velocidade "banda mais que larga". É preciso digerir um pouco, mas um ponto fundamental em minha visão é que eles já tinham, de certa forma, contatos quentes para fazer o site decolar. Depois, virou uma bola de neve bem sucedida (o Facebook hoje vale dezenas de bilhões de dólares).
Contudo, vale frisar, não é digna de admiração de forma alguma a postura antiética do Zuckerberg, aproveitando-se de inúmeras "oportunidades" de levar vantagem nas situações. Na cena final, rico mas aparentemente infeliz, tem a esperança de que a namorada utilize 'sua' criação, o Facebook, para voltar a se relacionar com ela. Mas aparentemente não surte efeito, o que faz lembrar a passagem bíblica em que Jesus comenta: "_O que adianta o homem ganhar o mundo todo, mas perder sua alma?".
Vale a pena conferir.
